Boas festas a todos e um 2014 repleto de paz e saúde, são os votos de Cleber da Costa e família.
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Férias Merecidas!!!
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Aneel prorroga prazo para transferência dos ativos de iluminação pública das concessionárias para os municípios
Municípios terão até 31/12/2014 para assumirem serviços
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou
na última terça-feira (10), a ampliação do prazo para a transferência
dos ativos de iluminação pública das concessionárias para os municípios
até 31 de dezembro de 2014. Originalmente, este prazo seria finalizado
em 31 de janeiro de 2014.
A extensão foi aprovada, em reunião pública, para a totalidade dos
municípios que ainda não realizaram a migração dos ativos e não apenas
para aqueles com até 50 mil habitantes, que era proposta inicial da
audiência pública sobre o assunto.
De acordo com a Aneel, a prorrogação do prazo considerou as
dificuldades decorrentes do alto índice de renovação de prefeitos
verificada no último pleito, que dificultou ou interrompeu a
interlocução entre distribuidoras e prefeituras e também a necessidade
de reajustes ou criação da Contribuição para Iluminação Pública (CIP).
O diretor-geral da Aneel, Romeu Rufino, lembrou que o prazo já foi
extendido duas vezes, por isso deve ser definitivo. “A proposta deverá
ser considerada como a última concedida e as distribuidoras e os
municípios devem se antecipar o máximo possível nesse processo para
garantir a transferência dentro do prazo agora estipulado”, afirma
Rufino.
Segundo o secretário de Energia do Estado de São Paulo, José Aníbal,
esta medida dá mais tranquilidade aos municípios para assumirem esse
importante serviço público. Aníbal acredita que esta migração pode ser
uma oportunidade para os serviços serem melhorados. A Secretaria de
Energia de São Paulo criou uma cartilha distribuída às prefeituras para
explicar todo o processo das transferências dos ativos de iluminação
pública.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
FASMOC tem nova diretoria e planeja ações
Luiz
de Mauro, que é Presidente da FAMOPAR- Federação das Associações de
Moradores do Paraná, também prestigiou a posse e se mostrou satisfeito
com a nova fase da Federação “Ficamos felizes em notar
que a FASMOC terá como representante alguém com tanta vontade. Essa será uma nova fase”.
Cléber,
que ficará no cargo até 2016, se mostrou animado e segundo ele fará uma
administração que servirá como elo entra Poder Público e Associações de
Moradores “Acredito que posso contribuir. Sou servidor público
municipal e conheço bem a estrutura pública. Servirei de elo de ligação
entre Associações e Poder Público”, afirma o novo Presidente da Fasmoc.
Reconhecendo
a importância da FASMOC para o município, o Prefeito João Pavinato
elogiou o trabalho desenvolvido pela Federação, e também o trabalho de
cada Associação que integra o grupo “É notório a importância que a
FASMOC tem para Cambé. Nossa cidade é privilegiada em contar com uma
Federação tão séria e que une verdadeiramente as associações. Nós com
certeza, faremos e desenvolveremos um trabalho com a Federação, para
possibilitar às associações ainda mais condições de trabalho”.
De
acordo ainda com Cléber Costa que também é presidente da Associação de
Moradores do Conjunto Habitacional, Antonio Euthymio Casaroto, os
trabalhos já iniciaram desde a sua eleição “A emoção de hoje assumir
oficialmente o cargo, não me priva de pensar no trabalho a fazer.
Algumas Associações de Cambé já terão eleições no início de janeiro,
portanto estaremos à postos”.
A FASMOC - Federação das Associações de Moradores de Cambé disponibiliza um telefone para contato e mais informações: 9650-6359.
fonte: http://www.cambe.pr.gov.br/site/index.php
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Entrevista com Sr. Cleber da Costa eleito Presidente da Fasmoc de Cambé
Participação no Programa do Carlos Cavalli, na Rádio Jovem Pan de Cambé, dia 18/12/2013 as 12:00.
Entrevista sobre a vitória da Chapa 1 por 75 votos a 42 da Chapa II, e da Cerimômia de Posse da Nova Diretoria Eleita da FASMOC em Cambé.
Dia: 19/12/2013 Quinta Feira
Horário: 20:00hrs
Local: Centro Cultural (Praça Santos Dumont, 161)
Entrevista sobre a vitória da Chapa 1 por 75 votos a 42 da Chapa II, e da Cerimômia de Posse da Nova Diretoria Eleita da FASMOC em Cambé.
Dia: 19/12/2013 Quinta Feira
Horário: 20:00hrs
Local: Centro Cultural (Praça Santos Dumont, 161)
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
A Fasmoc empossa nova diretoria eleita
A
nova diretoria ficou assim constituída: presidente - Cleber da Costa,
vice - Marcos Aparecido Soares, 1º secretário – Lívia Diniz Lopes Sela,
2º secretário – Cícero Rodrigues da Silva, 1º tesoureiro – Irene
Beirigo, 2º tesoureiro – José Anacleto. Conselho fiscal – Tânia
Liberato, João Martins de Souza, Ivone Rodrigues da Silva, Maria de
Lourdes Gongora, José Paulo Araújo e Neide Aparecida Bispo Freitas.
Mais informações pelo fone 9650-6359.
fonte: http://www.cambe.pr.gov.br/site/index.php
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
CONVITE: Cerimônia de Posse da Nova Diretoria Eleita da Fasmoc
Fasmoc
FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE
MORADORES DE
CAMBÉ-PARANÁ
CONVITE
A Fasmoc – Federação das Associações de Moradores de Cambé e a Famopar –
Federação das Associações de Moradores do Estado do Paraná convidam os Presidentes,
suas Diretorias e o Conselho Fiscal das Associações de Moradores e toda Comunidade
para a Cerimônia
de Posse da Nova Diretoria Eleita da Fasmoc para o mandato de três anos, a ser realizada na cidade de Cambé.
Dia: 19 de dezembro de 2013
Horário: 20:00 horas Local: Centro Cultural (Praça Santos Dumont,
161)
Contamos com a sua participação!
Atenciosamente,
Fasmoc Famopar
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Operação Tapa Buracos segue cronograma especial
Segundo
informações da COMDEC, no último dia 2 de dezembro, o Tapa Buracos foi
retomado na Avenida José Bonifácio seguindo para as vias principais do
Centro da cidade, Jardins Ana Rosa, Santo Amaro e demais bairros voltando à normalidade do cronograma.
A
partir desta quarta-feira, dia 11, a COMDEC está disponibilizando duas
frentes de trabalho para atender principalmente os pontos críticos na
região dos jardins Novo Bandeirantes, Silvino, Rivieira e Ana Elisa. Com
relação às marginais da PR-445, que está sendo duplicada, a manutenção é
de responsabilidade da Empresa Triunfo, vencedora da licitação daquele
trecho.
Para mais informações e solicitações, ligue 3154-3821.
fonte: PMC
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Problema encravado nas cidades
Risco constante de acidentes faz com que moradores reivindiquem mudança de traçado de linha férrea
A população cruza a pé, de bicicleta ou então com motos, sem nenhuma segurança
Em Arapongas, a linha férrea divide o Conjunto Flamingos e a Vila Araponguinhas do centro
Londrina - Símbolos do
desenvolvimento econômico da região nos anos áureos do café, os trilhos
de trem perderam importância nas últimas décadas e se tornaram problema
encravados dentro das cidades. Em todo país são 912 municípios nesta
situação. Na região de Londrina, o problema é mais grave em Cambé,
Rolândia e Arapongas e Apucarana. Com registros constantes de acidentes,
moradores reivindicam a mudança de traçado.
Em Arapongas, por exemplo, a linha férrea divide o Conjunto Flamingos e a Vila Araponguinhas do centro da cidade. Vários operários têm que atravessar os cruzamentos todos os dias no trajeto entre a casa e o serviço. As poucas passarelas existentes são pouco usadas, retrato da imprudência dos pedestres. O frentista de um posto de combustível, José Ávila de Araújo, trabalha de frente para um dos cruzamentos mais perigosos da cidade. Ele conta já ter flagrado vários acidentes. "O desvio da linha do trem é promessa de campanha de quatro entre cinco candidatos a prefeito. Há muitos anos escuto essa conversa, mas nunca sai do papel", condenou.
O problema relatado por Araújo, porém, não é exclusividade da cidade. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), foram investidos R$ 582 milhões em ferrovias desde 2007 por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Deste total, R$ 412 milhões foram destinados para desviar o traçado das linhas para fora do perímetro urbano, porém apenas duas ficaram prontas: em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e Campo Belo, Minas Gerais. Outras três seguem em andamento, nenhuma na região.
Apucarana
A falta de manutenção dos dormentes e trilhos e o risco de acidente levaram várias cidades a pedir a retirada dos trilhos de áreas urbanas. Em Apucarana (Norte-Centro), o prefeito Beto Preto (PT) chegou a reivindicar a transposição da linha férrea no Ministério dos Transportes. O custo da obra, avaliado em R$ 270 milhões, é o maior entrave. Como solução, o prefeito indica a construção de dois viadutos e uma trincheira, avaliados em cerca de R$ 4,5 milhões.
A possibilidade de modernização das linhas com a passagem da Ferrovia Norte-Sul fez com que o pedido do contorno fosse adiado. "Se for para trazer benefícios para o município e região, é cabível que o trem continue passando dentro da cidade. Mas atualmente, só temos ônus com linhas antigas", expôs. "Nossas ferrovias projetadas há um século estão degradadas. Precisamos modernizar o transporte ferroviário e isso inclui a segurança aos moradores", completou.
Acidentes
Cambé possui o histórico mais triste de acidentes. O mais recente aconteceu há 20 dias. Um homem morreu atropelado pelo trem próximo da BR-369, quase no limite com Londrina. Em novembro do ano passado, duas pessoas morreram atropeladas na mesma semana. Em abril de 2010, duas crianças morreram atropeladas. Uma trincheira foi construída próxima à estação na época.
No outro lado da estação, no entanto, a única advertência no cruzamento é o trinômio imperativo: "Pare, olhe, escute". Quando o trem está parado, a passagem fica bloqueada. "Tem vezes que preciso pegar meu filho na escola e chego atrasada porque tenho que esperar o trem passar", reclamou a auxiliar de serviços gerais, Maria Juliana da Silva, 29 anos. Com a passagem livre, a população cruza a pé, de bicicleta ou então com motos, sem nenhuma segurança.
Se para quem cruza a ferrovia duas vezes por dia a sensação de insegurança já é grande, a situação é pior para quem mora ao lado do problema. O aposentado João Maria Figueiredo dos Santos, de 56 anos, mudou-se há quatro meses para a Rua Floresta, na Vila Oliveira, em Rolândia. Ele conta que a casa treme todas as 10 vezes que o trem passa no dia. "A noite é pior, todos acordam assustados. Nós só conseguimos dormir depois que todos os vagões se distanciam, o que leva uns 10 minutos", contou. "Deixar as crianças brincar na rua nem pensar".
Trem Pé Vermelho
O Trem Pé Vermelho, projeto que pretende ligar Londrina a Maringá com o transporte de passageiros é um desejo comum entre os municípios da região. O prefeito de Rolândia, Johnny Lemann (PTB), acredita que um contorno poderia prejudicar os moradores futuramente. "Temos a esperança de que um trem de passageiros retorne, pois é o ideal para o transporte de massas. Então não podemos levar a linha para longe da população".
Ele citou o caso de Londrina, que nos anos 1970 teve a linha férrea desviada do traçado original, na Avenida Leste-Oeste, para os fundos do Estádio do Café (zona norte). "Hoje a cidade já chegou lá. Melhor se fizessem como em Maringá, com o rebaixamento da linha férrea", comparou, citando o investimento de aproximadamente R$ 120 milhões do governo federal nas obras em 7,3 mil metros da zona urbana de Maringá, concluídas no ano passado.
A reportagem entrou em contato com a assessoria da América Latina Logística (ALL), responsável pelos trens que cruzam o Estado, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.
Em Arapongas, por exemplo, a linha férrea divide o Conjunto Flamingos e a Vila Araponguinhas do centro da cidade. Vários operários têm que atravessar os cruzamentos todos os dias no trajeto entre a casa e o serviço. As poucas passarelas existentes são pouco usadas, retrato da imprudência dos pedestres. O frentista de um posto de combustível, José Ávila de Araújo, trabalha de frente para um dos cruzamentos mais perigosos da cidade. Ele conta já ter flagrado vários acidentes. "O desvio da linha do trem é promessa de campanha de quatro entre cinco candidatos a prefeito. Há muitos anos escuto essa conversa, mas nunca sai do papel", condenou.
O problema relatado por Araújo, porém, não é exclusividade da cidade. Segundo dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), foram investidos R$ 582 milhões em ferrovias desde 2007 por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Deste total, R$ 412 milhões foram destinados para desviar o traçado das linhas para fora do perímetro urbano, porém apenas duas ficaram prontas: em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, e Campo Belo, Minas Gerais. Outras três seguem em andamento, nenhuma na região.
Apucarana
A falta de manutenção dos dormentes e trilhos e o risco de acidente levaram várias cidades a pedir a retirada dos trilhos de áreas urbanas. Em Apucarana (Norte-Centro), o prefeito Beto Preto (PT) chegou a reivindicar a transposição da linha férrea no Ministério dos Transportes. O custo da obra, avaliado em R$ 270 milhões, é o maior entrave. Como solução, o prefeito indica a construção de dois viadutos e uma trincheira, avaliados em cerca de R$ 4,5 milhões.
A possibilidade de modernização das linhas com a passagem da Ferrovia Norte-Sul fez com que o pedido do contorno fosse adiado. "Se for para trazer benefícios para o município e região, é cabível que o trem continue passando dentro da cidade. Mas atualmente, só temos ônus com linhas antigas", expôs. "Nossas ferrovias projetadas há um século estão degradadas. Precisamos modernizar o transporte ferroviário e isso inclui a segurança aos moradores", completou.
Acidentes
Cambé possui o histórico mais triste de acidentes. O mais recente aconteceu há 20 dias. Um homem morreu atropelado pelo trem próximo da BR-369, quase no limite com Londrina. Em novembro do ano passado, duas pessoas morreram atropeladas na mesma semana. Em abril de 2010, duas crianças morreram atropeladas. Uma trincheira foi construída próxima à estação na época.
No outro lado da estação, no entanto, a única advertência no cruzamento é o trinômio imperativo: "Pare, olhe, escute". Quando o trem está parado, a passagem fica bloqueada. "Tem vezes que preciso pegar meu filho na escola e chego atrasada porque tenho que esperar o trem passar", reclamou a auxiliar de serviços gerais, Maria Juliana da Silva, 29 anos. Com a passagem livre, a população cruza a pé, de bicicleta ou então com motos, sem nenhuma segurança.
Se para quem cruza a ferrovia duas vezes por dia a sensação de insegurança já é grande, a situação é pior para quem mora ao lado do problema. O aposentado João Maria Figueiredo dos Santos, de 56 anos, mudou-se há quatro meses para a Rua Floresta, na Vila Oliveira, em Rolândia. Ele conta que a casa treme todas as 10 vezes que o trem passa no dia. "A noite é pior, todos acordam assustados. Nós só conseguimos dormir depois que todos os vagões se distanciam, o que leva uns 10 minutos", contou. "Deixar as crianças brincar na rua nem pensar".
Trem Pé Vermelho
O Trem Pé Vermelho, projeto que pretende ligar Londrina a Maringá com o transporte de passageiros é um desejo comum entre os municípios da região. O prefeito de Rolândia, Johnny Lemann (PTB), acredita que um contorno poderia prejudicar os moradores futuramente. "Temos a esperança de que um trem de passageiros retorne, pois é o ideal para o transporte de massas. Então não podemos levar a linha para longe da população".
Ele citou o caso de Londrina, que nos anos 1970 teve a linha férrea desviada do traçado original, na Avenida Leste-Oeste, para os fundos do Estádio do Café (zona norte). "Hoje a cidade já chegou lá. Melhor se fizessem como em Maringá, com o rebaixamento da linha férrea", comparou, citando o investimento de aproximadamente R$ 120 milhões do governo federal nas obras em 7,3 mil metros da zona urbana de Maringá, concluídas no ano passado.
A reportagem entrou em contato com a assessoria da América Latina Logística (ALL), responsável pelos trens que cruzam o Estado, mas não obteve retorno até o fechamento da edição.
Celso Felizardo
Reportagem Local
Reportagem Local
MP promove audiência pública para discutir dificuldades enfrentadas pela rede de apoio
Participaram
da audiência pública as seguintes autoridades o Promotor de Justiça de
Defesa dos Direitos da Crianças e Adolescentes de Cambé Dr. Walter
Shinji Yuyama; a Juiza de Direito da Vara da Infância e Juventude do
Foro Regional de Cambé Dra. Karin Feuerharmell Giuseppin; do Prefeito de
Cambé João Pavinato, da Secretária de Assistência Social Ângela
Pascueto Amaral; do Capitão Ribeiro representando a Polícia Militar de
Cambé; da Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do
Adolescente Regina Aparecida Bosqui, demais autoridades e lideranças do
município de Cambé.
fonte: PMC
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
ELEIÇÃO FASMOC VOTE CHAPA I "FORTALECER PARA CRESCER"
Eleição
da Nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal DA FASMOC
FEDERAÇÃO
DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CAMBÉ PARANA.
VOTE CHAPA 01 ( X ) “FORTALECER PARA CRESCER”
DIA 08/12/2013 –
DOMINGO DAS 09:00 ÁS 12:00
LOCAL: CÂMARA DE
VEREADORES
DIRETORIA EXECUTIVA
Presidente: Cleber da Costa
Vice-Presidente: Marcos Ap. Soares (Marcão do Cambé IV)
1° Secretaria: Lívia Diniz Lopes Sela
2° Secretario: Cícero Rodrigues da Silva (Pres. Assoc. Ana Rosa)
1° Tesoureiro: Irene Beirigo
2° Tesoureiro: José Anacleto
CONSELHO FISCAL
1° Membro: Tânia Liberato
2° Membro: João Martins de Souza (Joãozinho Jd. União)
3° Membro: Ivone Rodrigues da Silva
4° Membro: Maria de Lourdes Gongora
5° Membro: José Paulo Araújo (Paulinho do Cambé III)
6° Membro: Neide Ap. Bispo Freitas (Secretaria de Obras)
MEMBROS DIRETORIAS
Diretor Social: Telma Georgia Beirigo
Diretor de Imprensa: Celso Scarabel
Diretor de Organização:
Joaquim Rod. do
Amaral
Diretor de Formação: Odair José Leite de Oliveira
MEMBROS DAS COMISSÕES
Comissão Assuntos com a
Comunidade: Jair
Alves da Silva
Comissão de Assuntos
com o Legislativo: Carlos
Roberto Lopes
Comissão de Assuntos
com o Executivo: Airton
da Silva
Comissão de Assuntos da
Saúde: José Vicente
Alves de Souza e Marlene de Melo
Comissão de Assuntos da
Mulher: Neide
Olimpio Moraes
Comissão de Assuntos do
Trabalho: Benilto
Pereira da Silva
Comissão de Assuntos de
Agricultura e Meio Ambiente: Antonio Lopes Barreiro
Comissão de Assuntos de
Obras e Serviços Públicos: Agenaro Roberto Costa
Comissão de Assuntos de
Educação: Laudisio
Roberto Hrescak
Eleição da Nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal da ( FASMOC ) FEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CAMBÉ PARANA.
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
ASSEMBLEIA GERAL ESTRAORDINARIA
FASMOC
FEDERAÇÃO
DAS ASSOCIAÇÕES DE MORADORES DE CAMBÉ PARANA.
Será realizado Dia 08 /
12/ 2013.
em primeira convocação às
9,00 horas, ou, em Segunda e Ultima à convocação as 9,30 Horas.
Local: Local: Câmara Municipal
de Cambe- PR.
End: Av: Inglaterra ao
nº665
Pauta:
Eleição
da Nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal
Apuração
dos Votos.
|
_____________________________
Angelo Barreiros
Representante da FAMOPAR
Federação das Associações de Moradores do
Estado do Paraná
|
(FASMOC)
Federação Das
Associações De
Moradores De Cambe
Paraná
|
Terão direito a votar: 5 (cinco) membros de cada Associação de Moradores
filiada a FASMOC sendo o presidente da Associação e 2 membros da diretoria
executiva e 2 membros do Conselho Fiscal em conformidade com o Estatuto Social
da FASMOC
capitulo iii, no artigo 8º, no parágrafo 2º.
NOTA: Salientamos
que a Comissão Eleitoral formada por membros da FAMOPAR Federação das Associações de Moradores do Estado do
Paraná para coordenar o Processo Eleitoral acima mencionado, com
transparência e democracia, obedecendo ao Estatuto Social da entidade
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